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Dia da mentira: mãe que recebeu recado com 'é verdade esse bilete' diz que filho nunca mais tentou ludibriá-la

Gabriel Lucca, de cidade da região, ficou famoso nas redes sociais há quase 4 anos após escrever bilhete em nome da professora dizendo não teria aula porque ‘poderia ser feriado’.

Por: Redação Fonte: G1
01/04/2022 às 15h16
Dia da mentira: mãe que recebeu recado com 'é verdade esse bilete' diz que filho nunca mais tentou ludibriá-la

O dia 1º de abril é conhecido como o Dia da Mentira. E foi essa artimanha que causou grande repercussão envolvendo um garotinho do centro-oeste paulista, quando ele virou até meme, um dos mais buscados no Google em 2018. Quem não lembra da frase "É verdade esse bilete" ?

Na época, o Gabriel Lucca tinha apenas 5 anos e estava começando a escrever. Ele queria ficar em casa para ver desenho na TV e, por isso, teve a ideia de inventar um “feriado”. Ele escreveu bilhete para mãe e ainda assinou como Tia Paulinha, que era a sua professora na época na escola em Bocaina.

A história foi postada pela professora Paula Renata Robardelli e viralizou. Hoje com 9 anos, Gabriel já não escreve tantos bilhetes e também não tentou mais ludibriar a mãe para fugir da sala de aula.

“Ele vai super bem na escola, como sempre, um orgulho para mim. Ele deu uma diminuída, mas ainda escreve bilhetes, mas não tentou mais “inventar” um feriado”, conta a mãe de Gabriel, Geovana Santos.

Geovana disse que o filho ainda é reconhecido e que ele fica super feliz, pois quase 4 anos depois, as pessoas ainda lembram do “bilete”. O sucesso foi tanto que, em 2020, Geovana até tatuou no braço a frase famosa. Além da frase, ela também registrou na pele o primeiro bilhete que Gabriel fez, com apenas 4 anos.

Em entrevista ao g1 na época, Geovana disse que Gabriel tinha acabado de fazer 4 anos quando escreveu o bilhete com a declaração de amor.

Gabriel está no quarto ano do ensino fundamental e ele e a mãe continuam morando em Bocaina, onde ele ficou conhecido como o “menino do bilhete”.

“Ele adora ver as pessoas comentando ainda sobre isso, mesmo anos depois ainda lembram dele”, afirma Geovana.

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