Sábado, 30 de Maio de 2026
Publicidade

“Explorando a Pedra do Índio e região” — Roteiros da Região

Aventura, técnica e experiência sobre duas rodas: nasce a nova coluna de Edgard Cotait no Garça em Foco.

Por: Redação Fonte: Edgard Cotait
19/11/2025 às 15h14
“Explorando a Pedra do Índio e região” — Roteiros da Região

Olá, amigos do Portal Garça em Foco!

Sou o Edgard Cotait e, juntamente com a equipe COMASA MOTOS YAMAHA, daremos início hoje a esta nova coluna em nossas redes. Nela, vamos abordar alguns aspectos técnicos e práticos dos modelos de motos Yamaha, indo além de simples especificações técnicas, que você já encontra no site da marca. Você vai encontrar o desempenho real das motos em viagens curtas e no uso cotidiano, onde compartilharemos experiências autênticas, além de roteiros pela região que podem ser aproveitados por você, auxiliando no momento da compra da sua nova Yamaha.
Fique ligado e acelere com a gente nessa nova jornada sobre duas rodas!

O modelo escolhido para esta primeira aventura, foi a nova Yamaha XTZ 250 Lander 2025. O roteiro previa a partida de Marília, com destino à Capela de São Cristóvão, aos mirantes da Pedra do Índio, em Botucatu, além de uma visita ao Cuesta Café e ao Distrito do Lobo.

Saí de Marília com a moto com o tanque cheio. O clima estava agradável, apesar do céu encoberto, mas ainda sem chuva. Na topografia típica da região, o painel da Lander registrava um consumo entre 33,5 e 35 km/l, mantendo uma velocidade média entre 90 e 95 km/h, um excelente desempenho para uma motocicleta de 250 cilindradas. Após Bauru, com o relevo mais acentuado, o consumo caiu um pouco, como era esperado. Logo acima do para-lama dianteiro está o DRL (Daytime Running Light), ou luz de rodagem diurna, em LED. Graças a esse sistema, é possível rodar durante o dia com o farol principal (do tipo projetor) desligado, sem que isso configure infração de trânsito. A Lander, com sua motorização já amplamente testada, mostrou-se confiável, leve e ágil. Ela permite viajar com tranquilidade, acompanhando o fluxo da estrada sem muito esforço e tornando as ultrapassagens mais fáceis e seguras.

Com os waypoints já definidos no GPS, parti rumo ao nosso primeiro destino: a Pedra do Índio. Um acessório importante que merece destaque na nova Lander é a tomada de 12 volts, agora item de série desta motocicleta. Ela permite o uso contínuo do GPS sem preocupações com o nível da bateria, além de possibilitar o carregamento do celular e qualquer outro aparelho eletrônico de forma prática, e sem a necessidade de improvisos ou cabos emaranhados. Passei direto por Botucatu sob a companhia de uma chuva teimosa, que já antecipava o clima de toda a viagem. Chama a atenção o fato de que o valor de uma passagem de ônibus entre Marília e Botucatu é de aproximadamente R$ 85,00 (novembro/2025), enquanto encher o tanque de uma Lander custa aproximadamente R$ 60,00, valor suficiente não apenas para te levar até Botucatu, mas para um percurso bem mais extenso. 

A Pedra do Índio fica na estrada que liga Botucatu a Pardinho. Mas, antes de acessar essa via, seguindo ainda pela rodovia Marechal Rondon, cerca de 1 km adiante encontra-se o Mirante da Capela São Cristóvão (o Santo protetor dos motoristas), já no alto da serra de Botucatu, que possibilita um ótimo ponto de observação, um parada que vale a visita. 



De volta a estrada secundária, esta é cheia de curvas e trechos sinuosos, um verdadeiro parque de diversões para os motociclistas. Mesmo com o asfalto molhado, a condução foi prazerosa e segura, reforçando a excelente impressão deixada pela Lander. Logo em seguida, a via se conecta a um trecho de terra com cerca de 17 km, que, no dia, estava tomado por barro, poças e lama. Nada disso, porém, foi motivo para desânimo. Pelo contrário: pude colocar a Lander à prova em seu habitat natural. E ela não decepcionou! O almoço foi em um agradável restaurante chamado O Milanês, com comida limpa, saborosa e preços justos. Enquanto estive por lá, a chuva caiu forte e constante.



Seguindo pela mesma estradinha, um pouco mais adiante, chega-se ao mirante da Estância Doces Grand’Amore, considerado como o melhor ponto da região para se observar a Pedra do Índio. A proprietária recebe os visitantes com muita simpatia e hospitalidade. Infelizmente, o tempo fechado impediu uma visão mais ampla do local.







Como os hotéis da região estavam com preços bem salgados, encontrei uma pousada mais acessível em Botucatu, e foi para lá que eu segui, refazendo o trecho de terra e depois, também o de asfalto. Diversão garantida a bordo da XTZ250 Lander. Ao chegar à cidade, encontrei um trânsito um tanto complicado por causa das chuvas. Nessa hora é que o guidão alto, típico das motos trail como a Lander, faz toda a diferença, passando tranquilamente acima da maioria dos retrovisores dos carros. Achei que as chuvas dariam uma trégua, mas logo pela manhã o céu já despejava água sem piedade. Deixei Botucatu e segui pela mesma estrada do dia anterior, desta vez continuando reto, rumo ao Cuesta Café. Durante a viagem, algumas pessoas se aproximavam curiosas, querendo saber sobre consumo, preço e desempenho da moto. A observação mais frequente era de que ela parecia ser maior do que uma 250cc. E, de fato, não estavam errados. No Cuesta Café, saboreei um cappuccino muito bem preparado e pedi à proprietária permissão para tirar algumas fotos no alto, em uma área cercada de onde se tem uma vista ampla, alcançando até a Rodovia Castello Branco. Ela autorizou, pois como estava chovendo, não havia ninguém circulando por ali.











A próxima parada seria o Distrito do Lobo, pertencente ao município de Itatinga, uma pequena e pitoresca comunidade a cerca de 5 km da Castello. Os únicos seres vivos que encontrei por lá eram algumas cabeças de gado pastando na rua. Fiz algumas fotos naquela localidade e segui viagem, agora em busca de um posto para reabastecer.


No posto do km 264, o odômetro marcava 416 km rodados, sendo que destes, 128,2 km já na reserva. Coloquei combustível suficiente para terminar a viagem e, mais uma vez, voltei à estrada. Ou melhor, para a chuva... 

A Yamaha oferece tecnologia a nosso favor, pois agora a nova Lander é conectável ao seu celular, com diversas opções de informações. Uma novidade que traz ainda mais segurança e suporte ao piloto durante suas viagens.

Cheguei em frente à COMASA MOTOS YAMAHA, em Marília, após 587kms rodados com a Lander. Tudo perfeito e sem problemas. Nem mesmo as chuvas tiraram o prazer desta viagem. 

Para aqueles que buscam uma moto polivalente, On/off-road e econômica, a Nova Lander é uma excelente opção. Vale destacar que a Lander oferece garantia estendida de quatro anos, e revisões com preço fixo, o que garante ao proprietário total transparência sobre os serviços realizados e os custos de cada manutenção.

Quem quiser conhecer mais sobre a Nova XTZ250 Lander, a COMASA MOTOS YAMAHA se localiza à Rua Álvares Cabral, 555 - Centro, Marília – SP. E o telefone para contato é o (14) 3433-1070.

Até a próxima!




* O conteúdo de cada comentário é de responsabilidade de quem realizá-lo. Nos reservamos ao direito de reprovar ou eliminar comentários em desacordo com o propósito do site ou que contenham palavras ofensivas.