Região ACIDENTE
Bafômetro explode limite e professora é presa após grave acidente na SP-294
Colisão envolvendo três veículos resultou em flagrante após teste do bafômetro apontar índice acima do limite previsto para crime de trânsito.
06/06/2026 08h34
Por: Redação Fonte: Marília Notícia

Uma professora de 54 anos foi presa em flagrante por embriaguez ao volante após se envolver em um acidente com três veículos na noite de quinta-feira (4), na Rodovia Comandante João Ribeiro de Barros (SP-294), em Marília.

De acordo com a Polícia Militar Rodoviária, a ocorrência foi registrada por volta das 23h30 no trecho de contorno da rodovia. A motorista conduzia um Volkswagen Fox com placas de Vera Cruz.

O acidente envolveu ainda um caminhão Volkswagen Constellation e um Volkswagen Voyage. Segundo a apuração policial, o caminhão trafegava pela rodovia quando foi atingido na lateral esquerda pelo Voyage. Com o impacto, o automóvel rodou na pista e parou na faixa da esquerda, voltado para a contramão.

Na sequência, o Fox conduzido pela professora colidiu frontalmente com o Voyage, que permanecia parado na via.

Durante o atendimento da ocorrência, os três motoristas foram submetidos aos procedimentos de fiscalização de alcoolemia. O condutor do caminhão realizou o teste do bafômetro, que apontou 0,16 miligrama de álcool por litro de ar alveolar expelido, índice considerado infração administrativa.

Já o motorista do Voyage, que ficou ferido, recusou-se a realizar o exame e solicitou atendimento médico. Conforme o registro policial, um laudo de alcoolemia deverá ser requisitado posteriormente.

A situação de flagrante envolveu a condutora do Fox. Segundo a polícia, o teste do bafômetro registrou 0,80 miligrama de álcool por litro de ar alveolar expelido, resultado superior ao limite legal para caracterização de crime de trânsito.

Diante do resultado, a motorista foi encaminhada ao plantão policial de Marília, onde recebeu voz de prisão em flagrante por embriaguez ao volante.

Na delegacia, o delegado arbitrou fiança no valor de um salário mínimo, equivalente a R$ 1.621. De acordo com o boletim de ocorrência, a investigada exerceu o direito de permanecer em silêncio durante o interrogatório e não havia efetuado o pagamento da fiança até o encerramento do registro.

A Polícia Civil instaurou inquérito para apurar as circunstâncias do caso. A investigada deverá passar por audiência de custódia.